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Homem é indiciado por feminicídio de ex-enteada no Vale do Taquari

Homem é indiciado por feminicídio de ex-enteada no Vale do Taquari Polícia Civil indiciou homem por assassinato de adolescente de 17 anos no Vale do Taquari; caso gerou indignação na comunidade local. Um homem de 40 anos foi indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul pelo assassinato de sua ex-enteada, uma adolescente de 17 anos, ocorrido em Encantado, no Vale do Taquari. O crime, que chocou a comunidade, foi registrado no dia 17 de agosto, e o suspeito está preso preventivamente desde então.

Crime e Motivo

O indiciado confessou ter cometido o crime durante uma discussão que, segundo ele, “saiu do controle”. A vítima foi encontrada sem vida em sua residência pelo irmão do agressor, que mora com ele. O caso está sendo tratado como feminicídio, uma vez que não há indícios de que se caracterize como vicaricídio ou estupro, já que não foram identificados sinais de violência sexual.

Relação entre o agressor e a vítima

A adolescente havia perdido o pai quando tinha apenas um ano e, após isso, o padrasto tornou-se uma figura paterna em sua vida, mantendo contato frequente mesmo após o término do relacionamento entre ele e a mãe dela. Os três viveram juntos por 13 anos, aparentemente sem incidentes notáveis durante ou após a separação. Contudo, há relatos de que o homem exercia controle sobre a jovem, com episódios de rigidez e possível violência psicológica.

Outros casos de violência no estado

Em Porto Alegre, outro caso chocante foi registrado. Um homem foi preso preventivamente sob suspeita de ter estuprado quatro filhas, com idades entre 1 e 9 anos, além de uma enteada de 12 anos. A investigação foi iniciada após a avó das crianças denunciar os abusos à polícia, levando à prisão do suspeito, que ainda tentou fugir durante a abordagem policial.

Punições severas para crimes de abuso

Na Região Central do estado, a 2ª Vara Judicial da Comarca de São Sepé condenou um homem a 34 anos de prisão por estupro de vulnerável e aliciamento de adolescentes, além de produzir e armazenar mais de 30 mil arquivos de pornografia infantojuvenil. Os abusos ocorreram entre 2017 e 2018 e o condenado não poderá apelar em liberdade. O juiz destacou a gravidade dos atos, caracterizando o réu como um “estuprador em série”. A sequência de casos de violência e abuso na região evidencia a necessidade urgente de medidas de proteção e prevenção contra essas práticas, além de um olhar mais atento para as dinâmicas familiares que podem facilitar tais tragédias.

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