O parataekwondo do Brasil teve uma atuação impressionante no Grand Prix de Muju, na Coreia do Sul, conquistando um total de quatro medalhas: um ouro, uma prata e dois bronzes. O evento, que ocorreu na última sexta-feira (4), contou com a participação de 120 atletas de 27 países, destacando a competitividade e a excelência do esporte.
Silvana Fernandes brilha e leva o ouro
A atleta paraibana Silvana Fernandes se destacou na categoria até 57 quilos, ao vencer a final contra a chinesa Yuji Lie com um placar de 2 a 0, garantindo assim a medalha de ouro para o Brasil. Esta conquista não apenas eleva seu status no parataekwondo, mas também representa um marco significativo para o esporte no país.
Gustavo Ruppel conquista a prata
Outro destaque brasileiro foi o paranaense Gustavo Antonio Ruppel, que ficou com a medalha de prata na categoria dos 58 kg. Ele enfrentou o azerbaijano Sabir Zeynalov na final, mas foi derrotado por 2 a 0, mostrando um desempenho notável ao longo do torneio.
Bronzes importantes para o Brasil
Além das medalhas de ouro e prata, o Brasil ainda garantiu dois bronzes. A gaúcha Maria Eduarda Stumpf conquistou a medalha ao perder na semifinal para sua compatriota Silvana Fernandes, que se tornaria campeã. No parataekwondo, não há disputa pelo terceiro lugar, o que torna a conquista ainda mais significativa. O segundo bronze foi para Ana Carolina Moura, de Minas Gerais, que foi derrotada pela tailandesa Awipa Phiaphan por 2 a 0 na categoria dos 65 kg.
Importância das competições para o ranking mundial
As competições de parataekwondo no Grand Prix de Muju ocorreram na classe K44, que inclui atletas com comprometimento físico-motor afetando os membros superiores. Essa classe é a única reconhecida no programa oficial dos Jogos Paralímpicos. Os pontos conquistados nas competições são fundamentais, pois os pódios distribuíram até 60 pontos no ranking mundial, que será crucial para a classificação dos atletas para a Paralimpíada de Los Angeles 2028.
Com essas conquistas, os atletas brasileiros não apenas mostraram seu talento, mas também reforçaram o potencial do parataekwondo no cenário internacional, colocando o Brasil como uma potência emergente neste esporte.