A Polícia Científica de Santa Catarina atingiu um patamar histórico ao emitir 3 milhões de unidades da Carteira de Identidade Nacional (CIN). Esse montante corresponde a aproximadamente 36% dos habitantes do estado, posicionando a região nacionalmente entre as líderes na adoção do novo modelo de identificação.
Estratégia de atendimento e modernização O avanço é fruto da expansão da rede de atendimento em várias regiões catarinenses e da atualização tecnológica dos processos conduzidos pela instituição, que responde pela identificação civil local.
Rigor técnico na emissão A alta adesão da comunidade e o esforço operacional das equipes garantem o fluxo que vai da coleta de dados biométricos e fotográficos até as etapas de validação e checagem final antes da entrega ao requerente. “Cada um desses 3 milhões de documentos passou pelas mesmas etapas de verificação. A identificação civil é um trabalho técnico, que exige rigor em cada fase, porque disso dependem a segurança do documento e a confiança do cidadão de que aquela identidade é, de fato, a sua”, afirma o diretor técnico-científico de Identificação Civil e Criminal da Polícia Científica, Álvaro Augusto Mesquita Hamel.
Segurança e padronização com o CPF Com o uso do CPF como registro único em âmbito nacional, a CIN extingue a duplicidade de números de RG emitidos por diferentes estados, elevando consideravelmente os níveis de proteção contra fraudes.
Versão digital e QR Code Além da unificação em todo o país, a credencial traz elementos tecnológicos de checagem de veracidade, a exemplo do QR Code, e disponibiliza uma via digital por meio do aplicativo GOV.BR.
A consolidação dessa nova fase de identificação civil reforça o compromisso do estado com a eficiência e a confiabilidade dos registros públicos oferecidos aos cidadãos.