A 49ª edição da Expointer, que ocorrerá de 29 de agosto a 6 de setembro de 2026, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), promete ser um ponto de destaque para a noz-pecã. O Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) estará presente no Pavilhão Internacional, promovendo a venda de produtos e derivados, além de reunir associados e interessados para fortalecer a cadeia produtiva.
A importância da participação do IBPecan
Claiton Wallauer, presidente do IBPecan, enfatiza que o evento representa uma oportunidade valiosa para conectar produtores, consumidores e investidores. Ele afirma: “A Expointer é o momento ideal para expandir o conhecimento sobre a produção de noz-pecã, tanto no estado quanto no país. Estamos aqui para fomentar negócios e estabelecer parcerias duradouras.”
O que esperar durante o evento
Nos nove dias de feira, os visitantes terão a chance de explorar e adquirir uma variedade de produtos à base de noz-pecã, ampliando as oportunidades de comercialização e valorização dessa cultura. Além disso, o IBPecan fornecerá informações detalhadas sobre o cultivo de noz-pecã no Brasil e, em especial, no Rio Grande do Sul, destacando seu potencial como uma alternativa viável para diversificação agrícola e geração de renda.
Palestra técnica e encontro de associados
No dia 2 de setembro, às 14h, o IBPecan realizará um encontro para associados, que incluirá uma palestra técnica no auditório da Casa da Agptea. O tema abordado será “Dormência em Frutas de Clima Temperado”, apresentado pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Fernando José Hawerroth. A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas, visando proporcionar um aprofundamento no conhecimento científico relacionado ao manejo da cultura.
Perspectivas para o futuro da pecanicultura
A presença do IBPecan na Expointer reflete o crescimento contínuo da pecanicultura no Brasil e sua capacidade de atrair novos consumidores e investidores. Ao integrar a comercialização, a informação técnica e o relacionamento institucional, a entidade demonstra que a noz-pecã vai além de um simples produto agrícola: é um segmento em expansão que pode posicionar o Brasil como uma referência internacional na produção e no consumo desse fruto.