Uma tecnologia de inteligência artificial adotada por corporações policiais em quatro estados brasileiros já auxiliou na elucidação de 7 mil ocorrências criminais. A plataforma, criada pela empresa nacional Pax, foca na área de segurança pública e soma um balanço de 4,7 mil prisões efetuadas e 2,1 mil automóveis recuperados.
H2: Impacto nas investigações estaduais O sistema tecnológico opera atualmente nas polícias civis e militares de Goiás, Paraná, São Paulo e Ceará. As investigações apoiadas pela ferramenta abrangem delitos graves como homicídios, tráfico de entorpecentes, casos de violência contra a mulher, além de subtrações e roubos de frotas veiculares.
H3: Balanço nos estados Dados divulgados pelo governo goiano em outubro mostram que a iniciativa batizada de IA Contra o Crime foi responsável pela elucidação de mais de 3 mil ocorrências, gerando mais de mil capturas e a recuperação de um milhar de veículos.
No território paranaense, a respectiva Secretaria da Segurança Pública reportou em agosto o esclarecimento de 1,9 mil episódios, somando 1,3 mil detenções e quase 600 automóveis resgatados pelas equipes policiais com o suporte computacional.
H2: Como funciona o cruzamento de dados O software emprega algoritmos avançados para cruzar dados oriundos de boletins de ocorrência, cadastros criminais, registros de trânsito e imagens captadas por circuitos de monitoramento já integrados aos governos estaduais.
H3: Linguagem natural e checagem humana Os agentes de segurança têm a capacidade de executar buscas utilizando linguagem natural, detalhando traços específicos como a coloração de uma vestimenta ou um adesivo automotivo relatado por testemunhas oculares.
Apesar da automação na busca de conexões e indícios, a tecnologia não determina a autoria dos delitos. A validação das pistas cabe exclusivamente aos investigadores, sendo que todo o histórico de consultas permanece auditável e vinculado aos servidores cadastrados.